terça-feira, 16 de abril de 2013

Sem título #2

Na cara carrega o desgosto
Nos olhos, em baixo, o desgaste
Na testa o entalhe de um entrave
Na boca a parábola muda
A face é obra do embate
Em carne viva a escultura

sábado, 13 de abril de 2013

1:47

Desse momento
do olhar de fora pra dentro
parecer revolucionário
talvez reacionário

Tudo tudo tem dois lados

Quebro as regras
que era quebra-las
contradizendo
a nova direção

Não por mérito
por me sufocar com as palavras

Já são 2:00
lembro do esquecido
sempre presente
revivo-o

Tudo tudo tudo

Lembro de mim
lembro de você
prefiro eu me esquecer
da metade minha que é sua


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Meu Deus...
Quanto tempo passou?
...
Desde então parei de contar os dias
Não sei quanto tempo passou
E nem quanto me resta
Me sinto preso dentro de mim
na verdade acho que nem me sinto mais
Só metade
Não compreender o erro das pessoas
é errar também
Não me compreendo
Erro duas vezes
Sozinho
...
Passou